Prezados irmãos e irmãs:
Jesus, nosso Mestre, não se cansa de nos ensinar a sermos bons. Ele é severo com os hipócritas. A hipocrisia é como “doença”, quase uma “epidemia”, que assola a nós, cristãos, em sua maioria. Ela é tão poderosa, que, muitas vezes, nem nos damos conta de que estamos “contaminados” por ela. Também chamada de impostura, fingimento, simulação e falsidade.
Seus sintomas repercutem não somente no meio social, mas no material (quando deixamos de ser solidários), no espiritual (quando deixamos de sermos generosos nas orações ao próximo), na fé (quando ocultamos o verdadeiro rosto de Cristo).
É uma das práticas mais reprováveis do cristão. Manifesta-se quando ocorre incoerência entre o que falamos e agimos. Do púlpito, proferimos belas leituras litúrgicas, homilias, palestras, admoestações (conselhos); enfim, exortamos a assembleia a praticar o que é “correto aos olhos do Senhor”. Após, muitas vezes (não todas as vezes, graças a Deus), descartamos qualquer prática a respeito. Somos lentos, indecisos entre escolher o que é correto fazer/realizar e o que satisfaz nosso egoísmo e a nossa proteção pessoal. Geralmente enveredamos pela segunda opção.
Paulo, em sua carta aos Tessalonicenses (cf 1Ts 2,7b-9.13), nos demonstra como o acolhimento sincero da Palavra de Deus, conduz a uma vivência frutuosa de verdadeiros cristãos. Além de ser líder, pregador apaixonado e incansável de Cristo, Paulo nos dá uma lição de como deve ser nosso comportamento nas comunidades, quer na condição de líderes, quer como meros participantes. Que nossa “bandeira” seja a prática do serviço e humildade, principalmente aos desvalidos, pobres e marginalizados. Trata-se de superar toda a tendência de vaidade, de busca de superioridade; apresentar Cristo como o verdadeiro líder; mostrar a todos que somos irmãos e nosso verdadeiro Pai é Deus.
Ótima semana a todos! Até a próxima!
Padre John Raju Nerella
Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Paz de Ibiporã
Jesus, nosso Mestre, não se cansa de nos ensinar a sermos bons. Ele é severo com os hipócritas. A hipocrisia é como “doença”, quase uma “epidemia”, que assola a nós, cristãos, em sua maioria. Ela é tão poderosa, que, muitas vezes, nem nos damos conta de que estamos “contaminados” por ela. Também chamada de impostura, fingimento, simulação e falsidade.
Seus sintomas repercutem não somente no meio social, mas no material (quando deixamos de ser solidários), no espiritual (quando deixamos de sermos generosos nas orações ao próximo), na fé (quando ocultamos o verdadeiro rosto de Cristo).
É uma das práticas mais reprováveis do cristão. Manifesta-se quando ocorre incoerência entre o que falamos e agimos. Do púlpito, proferimos belas leituras litúrgicas, homilias, palestras, admoestações (conselhos); enfim, exortamos a assembleia a praticar o que é “correto aos olhos do Senhor”. Após, muitas vezes (não todas as vezes, graças a Deus), descartamos qualquer prática a respeito. Somos lentos, indecisos entre escolher o que é correto fazer/realizar e o que satisfaz nosso egoísmo e a nossa proteção pessoal. Geralmente enveredamos pela segunda opção.
Paulo, em sua carta aos Tessalonicenses (cf 1Ts 2,7b-9.13), nos demonstra como o acolhimento sincero da Palavra de Deus, conduz a uma vivência frutuosa de verdadeiros cristãos. Além de ser líder, pregador apaixonado e incansável de Cristo, Paulo nos dá uma lição de como deve ser nosso comportamento nas comunidades, quer na condição de líderes, quer como meros participantes. Que nossa “bandeira” seja a prática do serviço e humildade, principalmente aos desvalidos, pobres e marginalizados. Trata-se de superar toda a tendência de vaidade, de busca de superioridade; apresentar Cristo como o verdadeiro líder; mostrar a todos que somos irmãos e nosso verdadeiro Pai é Deus.
Ótima semana a todos! Até a próxima!
Padre John Raju Nerella
Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Paz de Ibiporã
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