Palavra do Pároco
Caríssimos irmãos e irmãs:
Lembram-se dessa música? “... O rei fez um grande banquete. O povo já foi convidado. A mesa já está preparada, já foi o cordeiro imolado ... ”. Foi entoada repetidas vezes, no momento da comunhão eucarística, nos tempos do saudoso Padre Rino. À época, o celebrante, quando não dispunha de auxiliares leigos, não só rezava a missa, mas também iniciava o canto, “puxava o canto” como se diz em linguagem popular.
No evangelho desse domingo, novamente “se reportando” ao profeta Isaias (primeira leitura) Jesus dá continuidade às duras críticas que empreende às lideranças religiosas de seu tempo. Eles insistiam em proceder não conforme as leis do Senhor, segundo as regras divinas; preferindo comportar-se segundo as normas humanas: ser superiores e controlar o povo, particularmente os mais pobres e necessitados.
Não nos escandalizemos, amigos. A mensagem também se direciona a nós: quando deixamo-nos manusear por aqueles que tem sede de poder; quando nos diferenciamos quanto ao poder aquisitivo, em nossas celebrações; quando fechamos as portas de nossos movimentos, grupos ou pastorais àqueles que nos procuram para trabalhar conosco; quando não permitimos harmonia em nossos lares; quando ofuscamos o sucesso de nossos colegas de trabalhos, usando a inveja.
Todos somos convidados para o grande banquete de Deus. Na plenitude dos tempos, Ele envia Seu Filho para fazer-se, por amor, nosso Redentor. Participar dessa festa é engajar-se em lutas para promover a justiça, em todos os sentidos, ao lado dos excluídos.
Há que se destacar, também no evangelho, a valorização de dois sacramentos: o Matrimônio e a Eucaristia, concebidos na forma da união entre Cristo e a humanidade (casamento do filho do rei) e ação de graças pela nossa redenção (comer dos alimentos preparados).
Amigos, muitos de nós não aceitam o convite para esta grande festa. Justificamo-nos pelos nossos interesses, geralmente de cunho material, que são mais importantes. Não aceitando o convite, demonstramos que não estamos “com fome e sede” de um mundo novo. O Senhor, porém, não desanima. Sua misericórdia extrapola nosso comodismo e indiferenças. Convida outros, pobres , mendigos, incluindo os “maus”, aqueles que não necessariamente seguem as boas regras. Entretanto, aceitam; sentem-se atraídos para a verdadeira conversão. Aceitam imitar o grande santo Francisco de Assis, venerado mundo afora no dia 04 deste mês.
Jesus pergunta-nos: Amigos, por que não trouxeram suas vestes próprias para a festa, isto é, quantos de nós procuramos corresponder ao amor de Deus, preocupando-nos de fato, com o nosso próximo? O banquete é sinal de fartura: de alimentos, justiça e misericórdia. Por que ainda há muitos de nós que passam necessidades desses direitos?
Não será porque esquecemos que Deus é Senhor de tudo e de todos; e quem O busca, não falta nada? Por que não nos lembramos da veste do batismo, o banho da regeneração, que, todos nós, batizados fomos revestidos?
Outubro é o mês do rosário. Em nossa meditações diárias com esse “instrumento de piedade”, peçamos à Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, cuja festa celebraremos no próximo dia 12, que nos ajude a responder sim a Deus, ao “Rei” que continuamente nos chama a participar do “grande banquete da eternidade”.
Excelente semana a todos! Até a próxima!
Padre John Raju Nerella
Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Paz de Ibiporã
Lembram-se dessa música? “... O rei fez um grande banquete. O povo já foi convidado. A mesa já está preparada, já foi o cordeiro imolado ... ”. Foi entoada repetidas vezes, no momento da comunhão eucarística, nos tempos do saudoso Padre Rino. À época, o celebrante, quando não dispunha de auxiliares leigos, não só rezava a missa, mas também iniciava o canto, “puxava o canto” como se diz em linguagem popular.
No evangelho desse domingo, novamente “se reportando” ao profeta Isaias (primeira leitura) Jesus dá continuidade às duras críticas que empreende às lideranças religiosas de seu tempo. Eles insistiam em proceder não conforme as leis do Senhor, segundo as regras divinas; preferindo comportar-se segundo as normas humanas: ser superiores e controlar o povo, particularmente os mais pobres e necessitados.
Não nos escandalizemos, amigos. A mensagem também se direciona a nós: quando deixamo-nos manusear por aqueles que tem sede de poder; quando nos diferenciamos quanto ao poder aquisitivo, em nossas celebrações; quando fechamos as portas de nossos movimentos, grupos ou pastorais àqueles que nos procuram para trabalhar conosco; quando não permitimos harmonia em nossos lares; quando ofuscamos o sucesso de nossos colegas de trabalhos, usando a inveja.
Todos somos convidados para o grande banquete de Deus. Na plenitude dos tempos, Ele envia Seu Filho para fazer-se, por amor, nosso Redentor. Participar dessa festa é engajar-se em lutas para promover a justiça, em todos os sentidos, ao lado dos excluídos.
Há que se destacar, também no evangelho, a valorização de dois sacramentos: o Matrimônio e a Eucaristia, concebidos na forma da união entre Cristo e a humanidade (casamento do filho do rei) e ação de graças pela nossa redenção (comer dos alimentos preparados).
Amigos, muitos de nós não aceitam o convite para esta grande festa. Justificamo-nos pelos nossos interesses, geralmente de cunho material, que são mais importantes. Não aceitando o convite, demonstramos que não estamos “com fome e sede” de um mundo novo. O Senhor, porém, não desanima. Sua misericórdia extrapola nosso comodismo e indiferenças. Convida outros, pobres , mendigos, incluindo os “maus”, aqueles que não necessariamente seguem as boas regras. Entretanto, aceitam; sentem-se atraídos para a verdadeira conversão. Aceitam imitar o grande santo Francisco de Assis, venerado mundo afora no dia 04 deste mês.
Jesus pergunta-nos: Amigos, por que não trouxeram suas vestes próprias para a festa, isto é, quantos de nós procuramos corresponder ao amor de Deus, preocupando-nos de fato, com o nosso próximo? O banquete é sinal de fartura: de alimentos, justiça e misericórdia. Por que ainda há muitos de nós que passam necessidades desses direitos?
Não será porque esquecemos que Deus é Senhor de tudo e de todos; e quem O busca, não falta nada? Por que não nos lembramos da veste do batismo, o banho da regeneração, que, todos nós, batizados fomos revestidos?
Outubro é o mês do rosário. Em nossa meditações diárias com esse “instrumento de piedade”, peçamos à Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, cuja festa celebraremos no próximo dia 12, que nos ajude a responder sim a Deus, ao “Rei” que continuamente nos chama a participar do “grande banquete da eternidade”.
Excelente semana a todos! Até a próxima!
Padre John Raju Nerella
Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Paz de Ibiporã
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